quarta-feira, 2 de março de 2011

Exílio

Eu só...
Querendo o que não se atreve,
Sigo variáveis, sendo meu próprio inimigo.
Atento contra o destino,
Na tentativa de chegar quem sabe, a uma linha limite.
Definindo o que não se define,
Sem padrões são meus passos tortos,
Utilidade renovada a cada passo,
O cair útil do reerguer,
Sair da tina afogado, soluços e tosses,
São mais que cabelos molhados.
Sentir, depois de tudo, que ainda quero,
No sentido de querer ser feliz por uns minutos,
Alguns dos muitos minutos deslizantes do mundo.
Basta ser Meu? Ateu? Plebeu?
Ou basta Calar? Fugir? Chorar?





Autor: Thiago Herek

Um comentário:

  1. No fim do finalmente nada basta! nada nunca?
    e os passos continuam tortos :)

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