
domingo, 27 de fevereiro de 2011
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
Se um dia tudo acabar
Se um dia tudo acabar,
Tudo se tornar, poeira cósmica estelar.
Queria dizer, pedir, contar.
Se algo assim não puder, impedir, transformar.
Este mundo de ir, extinguir, acabar.
Não tarde em falar, não tarde em gritar,
Ao amor que tens a seu lado, aquele mais calado.
O quanto és feliz.
O quanto diz, um carinho, um momento, uma diretriz.
O quanto um caminho, um segmento, uma vontade,
Pode na verdade,
Construir, redimir, exaurir.
Se um dia tudo acabar,
Tudo se tornar, poeira cósmica estelar.
Queria pequeno, com o olhar apenas, desejar.
Estar ao seu lado,
E te amar, infinitamente sentir.
Este mesmo ar, que agora sinto.
Pecado do querer acreditar, sonhar!
Autor : Thiago Herek
Tudo se tornar, poeira cósmica estelar.
Queria dizer, pedir, contar.
Se algo assim não puder, impedir, transformar.
Este mundo de ir, extinguir, acabar.
Não tarde em falar, não tarde em gritar,
Ao amor que tens a seu lado, aquele mais calado.
O quanto és feliz.
O quanto diz, um carinho, um momento, uma diretriz.
O quanto um caminho, um segmento, uma vontade,
Pode na verdade,
Construir, redimir, exaurir.
Se um dia tudo acabar,
Tudo se tornar, poeira cósmica estelar.
Queria pequeno, com o olhar apenas, desejar.
Estar ao seu lado,
E te amar, infinitamente sentir.
Este mesmo ar, que agora sinto.
Pecado do querer acreditar, sonhar!
Autor : Thiago Herek
sábado, 12 de fevereiro de 2011
domingo, 6 de fevereiro de 2011
sábado, 5 de fevereiro de 2011
Cachaça
A gente cachaça na vida,
Cachaça no amor,
Cachaça nos sonhos próprios, e nos dos outros,
Cachaçamos enquanto jovens,
Crescemos cachaçando,
Morremos da, e com a cachaça,
Todos os anos, todas as gerações,
Todos os tempos, talvez de todos os mundos,
Receita mágica para curar a dor da faca mais pontiaguda,
Aço frio, com emblema no fio forjado,
Letras que ditam a mais precisa angústia,
Letras que formam, e como não, solidão.
Autor : Thiago Herek
Cachaça no amor,
Cachaça nos sonhos próprios, e nos dos outros,
Cachaçamos enquanto jovens,
Crescemos cachaçando,
Morremos da, e com a cachaça,
Todos os anos, todas as gerações,
Todos os tempos, talvez de todos os mundos,
Receita mágica para curar a dor da faca mais pontiaguda,
Aço frio, com emblema no fio forjado,
Letras que ditam a mais precisa angústia,
Letras que formam, e como não, solidão.
Autor : Thiago Herek
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
Soturno
...e adentras sem ruído em meu universo,
Soturno sentimento,
O de por dor em letras,
De fazer sangrar os versos,
Buscar a fonte mais escondida,
Cravada, calcificada na vida,
Memórias de dedos e feridas.
Autor : Thiago Herek
Soturno sentimento,
O de por dor em letras,
De fazer sangrar os versos,
Buscar a fonte mais escondida,
Cravada, calcificada na vida,
Memórias de dedos e feridas.
Autor : Thiago Herek
quinta-feira, 3 de fevereiro de 2011
Amar
Queria sim, amar sem tamanho,
Correr pros seus braços no fim do dia.
Esquecer os enganos, os sorrisos estranhos,
Transformar meu medo em alegria.
E no seu corpo, encontrar meu lugar.
Fechar os olhos, e não dormir nem acordar,
Permanecendo eterno neste quieto e infinito instante.
Só assim, ao seu momento pleno, existir como amante.
Passar os tempos, contar os mundos.
Roubar dos sonhos nossos melhores segundos,
Fazer valer, cada detalhe, cada momento.
Não transformar desta vez, o amor em sofrimento.
Queria sim, te ter comigo.
Não te conheço, nem sou teu amigo.
Sou apenas fruta que o tempo esquece,
Sou cor sem tinta,
Sentimento verde que amadurece!
Autor : Thiago Herek
Correr pros seus braços no fim do dia.
Esquecer os enganos, os sorrisos estranhos,
Transformar meu medo em alegria.
E no seu corpo, encontrar meu lugar.
Fechar os olhos, e não dormir nem acordar,
Permanecendo eterno neste quieto e infinito instante.
Só assim, ao seu momento pleno, existir como amante.
Passar os tempos, contar os mundos.
Roubar dos sonhos nossos melhores segundos,
Fazer valer, cada detalhe, cada momento.
Não transformar desta vez, o amor em sofrimento.
Queria sim, te ter comigo.
Não te conheço, nem sou teu amigo.
Sou apenas fruta que o tempo esquece,
Sou cor sem tinta,
Sentimento verde que amadurece!
Autor : Thiago Herek
terça-feira, 1 de fevereiro de 2011
Cousteau - (Shades of) Ruionous Blues
Pale luminescent face
Cumulescent grace now
Borne in shades of
Ruinous blue
Thin, like the river's wrinkled skin
All the mirrors in the heavens
Already shaded
In ruinous blue...
There's brooding and moody truths
Moving through the moonlight
The world's lonely edge
There be monsters
Hedging no tomorrow
In ruinous blue
Thrown
Towed between the earth and sea
Shown the secrets
That the sleepless secretly realise
In ruinous blue
Years
Almost never stopping
Tears bottled in a bottle
Drifting here awash
With ruinous blue
Assinar:
Postagens (Atom)