
terça-feira, 28 de dezembro de 2010
sábado, 25 de dezembro de 2010
Moby - Natural Blues
Oh, lordy, troubles so hard
oh, lordy, troubles so hard
don't nobody know my troubles but god
don't nobody know my troubles but god
went down the hill, the other day
my soul got happy and stayed all day
went down the hill, the other day
my soul got happy and stayed all day
oh, lordy, troubles so hard
oh, lordy, troubles so hard
don't nobody know my troubles but god
don't nobody know my troubles but god
went in the room, didn't stay long
looked on the bed and brother was dead
went in the room, didn't stay long
looked on the bed and brother was dead
Why does my heart feel so bad
Why does my heart feel so bad?
Why does my soul feel so bad?
Why does my heart feel so bad?
Why does my soul feel so bad?
These open doors
These open doors
Why does my heart feel so bad?
Autor: Moby
terça-feira, 21 de dezembro de 2010
Fuga
Deixa eu inventar um dia de sol,
Cobrir de luz a mágoa escura,
Espalhar estrelas com os cacos que juntamos,
Dos rostos, das rachaduras.
Deixa eu inventar um dia de sol,
Aquecer os passos da rua fria,
Achar apoio nos sorrisos que refletem luz,
Nas trevas da Agonia.
Deixa eu inventar um dia de sol,
Fechar os olhos e imaginar criança,
Rodar nos sonhos e brincadeiras,
Contar segredos sem importância.
Deixa eu inventar um dia de sol,
Vestir desejo e beijar saudade,
Tocar o vento e sentir o amor,
No mundo velho da felicidade.
Autor: Thiago Herek
Cobrir de luz a mágoa escura,
Espalhar estrelas com os cacos que juntamos,
Dos rostos, das rachaduras.
Deixa eu inventar um dia de sol,
Aquecer os passos da rua fria,
Achar apoio nos sorrisos que refletem luz,
Nas trevas da Agonia.
Deixa eu inventar um dia de sol,
Fechar os olhos e imaginar criança,
Rodar nos sonhos e brincadeiras,
Contar segredos sem importância.
Deixa eu inventar um dia de sol,
Vestir desejo e beijar saudade,
Tocar o vento e sentir o amor,
No mundo velho da felicidade.
Autor: Thiago Herek
segunda-feira, 20 de dezembro de 2010
Vermelho Fogo
Vermelho fogo, quero você, ardendo ou não.
Queimando todos os nós, das cordas dos pescoços.
Ódio é semente, quando plantou sabia.
Abismo de folhas caindo eternamente,
Assim prosseguimos, no vácuo e em silêncio.
Mão riscando como faca, tamanha a ira, daqueles dedos insanos.
Assim Prosseguimos, no espaço e em silêncio.
Que hora se imagina, em um mundo que se supõe atemporal.
É noite? Ou dia? Só vejo os mesmos minutos brancos, tingindo, tingindo.
Autor: Thiago Herek
Queimando todos os nós, das cordas dos pescoços.
Ódio é semente, quando plantou sabia.
Abismo de folhas caindo eternamente,
Assim prosseguimos, no vácuo e em silêncio.
Mão riscando como faca, tamanha a ira, daqueles dedos insanos.
Assim Prosseguimos, no espaço e em silêncio.
Que hora se imagina, em um mundo que se supõe atemporal.
É noite? Ou dia? Só vejo os mesmos minutos brancos, tingindo, tingindo.
Autor: Thiago Herek
quinta-feira, 16 de dezembro de 2010
Frio
Eu quero um novo coração,
Com calor contagiante,
Pra reviver meu pedaço frio de vida.
Eu quero vida das mãos que se dão, mudas, cheias de palavras imaginadas.
Eu quero a crença!!! meia banda de fé, meia de revolta.
Magia branca, na tarde branca dos meus olhos.
Autor: Thiago Herek
Com calor contagiante,
Pra reviver meu pedaço frio de vida.
Eu quero vida das mãos que se dão, mudas, cheias de palavras imaginadas.
Eu quero a crença!!! meia banda de fé, meia de revolta.
Magia branca, na tarde branca dos meus olhos.
Autor: Thiago Herek
Maria Bethânia - Drama
Eu minto mas minha voz não mente
Minha voz soa exatamente
De onde no corpo da alma de uma pessoa
Se produz a palavra eu
Dessa garganta, tudo se canta:
Quem me ama, quem me ama?
Adeus! Meu olho é todo teu
Meu gesto é no momento exato
Em que te mato
Minha pessoa existe
Estou sempre alegre ou triste
Somente as emoções
Drama!
E ao fim de cada ato
Limpo num pano de prato
As mãos sujas do sangue das canções
Composição: Caetano Veloso
Elis Regina - Atras da Porta
Quando olhaste bem nos olhos meus
E o teu olhar era de adeus
Juro que não acreditei, eu te estranhei
Me debrucei sobre teu corpo e duvidei
E me arrastei e te arranhei
E me agarrei nos teus cabelos
Nos teu peito, teu pijama
Nos teus pés ao pé da cama
Sem carinho, sem coberta
No tapete atrás da porta
Reclamei baixinho
Dei pra maldizer o nosso lar
Pra sujar teu nome, te humilhar
E me vingar a qualquer preço
Te adorando pelo avesso
Pra mostrar que ainda sou tua
Chico Buarque
Composição: Francis Hime/Chico Buarque
Elis Regina - Aos Nossos Filhos
Perdoem a cara amarrada,
Perdoem a falta de abraço,
Perdoem a falta de espaço,
Os dias eram assim...
Perdoem por tantos perigos,
Perdoem a falta de abrigo,
Perdoem a falta de amigos,
Os dias eram assim...
Perdoem a falta de folhas,
Perdoem a falta de ar
Perdoem a falta de escolha,
Os dias eram assim...
E quando passarem a limpo,
E quando cortarem os laços,
E quando soltarem os cintos,
Façam a festa por mim...
E quando lavarem a mágoa,
E quando lavarem a alma
E quando lavarem a água,
Lavem os olhos por mim...
Quando brotarem as flores,
Quando crescerem as matas,
Quando colherem os frutos,
Digam o gosto pra mim...
Digam o gosto pra mim...
Elis Regina
Composição: Ivan Lins/Vitor Martins
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